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Vakifbank, o dono da Europa

Fonte: Papo de Volei em 6/05/2018
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Com um 3x0 sobre o Alba Blaj, o Vakifbank tornou-se o campeão da Champions League 2018.

É o segundo título consecutivo e o quarto no total da equipe turca – venceu metade das últimas oito edições disputadas e esteve em seis decisões.

E foi mais uma decisão em que o Vakif venceu com muita tranquilidade. A semifinal contra o Conegliano é que acabou sendo a final da Champions, na verdade. O Alba Blaj não impôs qualquer resistência ao Vakif, pelo contrário.
 
O Vakif logo de cara deu seu cartão de visitas, colocando 9x1 no placar do primeiro set. Desde ali estabeleceu qual seria o padrão da disputa e o Alba não conseguiu reagir. Sem achar uma brecha entre a pressão do saque, a marcação do bloqueio e os efetivos ataques do Vakif, o time romeno foi se apequenando frente ao gigante turco. 

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Comentei que torcia para que a Cleger, do Alba, estivesse num bom dia para ajudar a equilibrar a disputa, mas não foi o que aconteceu. A cubana esteve bem marcada e não conseguiu fazer a diferença nem no ataque nem no saque, como havia conseguido contra o Galatasaray.

Já o Vakif até nem precisou “explorar” muito a Zhu. Sloetjes e Godze, em sua última partida na carreira, deram conta do recado com tranquilidade no ataque. No fim, o grande desafio para as turcas numa partida tão desequilibrada acabou por ser manter a concentração e o ritmo de jogo até o final. 

 
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Esta disparidade tirou um pouco da graça e do charme da competição. A pouca resistência de um dos times na final da Champions não é novidade e não se restringe àqueles de menor porte, como é o caso do Alba. O próprio Conegliano, no ano passado, não conseguiu fazer frente ao Vakif na decisão e fez uma final bastante decepcionante. Mas não há como negar que a diferença de nível entre os finalistas deste ano era maior e de que a final não tinha como fazer jus ao que há de melhor na Europa.

Numa Champions, o que se quer ver são os melhores duelando, mas ultimamente o que se tem visto são jogos mais interessantes e equilibrados nas fases de grupo e playoffs do que no Final Four.
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