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Temporada da casa nova (parte 2)

Fonte: Papo de Volei em 26/04/2018
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No post anterior, falamos de algumas atacantes que estarão de casa nova na próxima temporada. Pois na Superliga 18/19 vai ter também muitas levantadoras de camisa nova. 
Dos oito primeiros classificados da Superliga, apenas três manterão suas levantadoras titulares: Sesc, Minas e Fluminense.

O atual campeão Praia Clube vai apostar na norte-americana Lloyd. A levantadora tem um estilo que combina com o brasileiro e tem tudo para dar certo com Garay e Fabiana. No entanto, o time mineiro vai precisar achar uma ponteira de preparação qualificada para poder aproveitar realmente toda a habilidade e velocidade da Lloyd. A Amanda, que cumpria esta função na temporada atual (e, o pior, não teve dos melhores desempenhos) irá para o Barueri. 

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Depois de três temporadas no time de Uberlândia, Claudinha vai para o Osasco. Que bom que a levantadora se manterá num clube grande, ainda que as ambições do time paulista na próxima Superliga estejam indefinidas por conta da falta da confirmação de um novo patrocinador.

Confesso que não sei bem o que esperar desta passagem da Claudinha pelo Osasco. Não há dúvidas que ela chega fortalecida ao novo clube. Fez uma boa fase final e, na decisão, foi merecidamente eleita a melhor jogadora da partida, mostrando-se segura e com comando da equipe. A experiência no Praia, de muitas cobranças, desafios e duas decisões de SL, certamente a amadureceu.

Mas será que ela irá encontrar um ambiente adequado no novo clube para que continue evoluindo e alcançando maior confiança em si e estabilidade? As equipes do Osasco nem sempre são bem planejadas e organizadas, questões que podem se agravar com este atraso nas contratações.

Além disso, Luizomar sempre teve no levantamento dos seus times jogadoras muito independentes. Claudinha agora é que tem mostrado maior lucidez e independência. Será que ela continuará assim ou será mais uma vítima do troca-troca do Luizomar?

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Bom, o Osasco trouxe a Claudinha para o lugar da Fabíola que, como já falamos, vai para o Sesi Bauru. O que não comentamos ainda é sobre quem será banco da veterana levantadora: Naiane.

Naiane começou muito cedo como titular de uma equipe grande, o Minas. Destacou-se nos primeiros anos, mas sentiu o peso da responsabilidade quando o time ambicionou passos maiores na SL. Esta temporada no Barueri, que poderia ser de recuperação, acabou sendo um passo atrás. Terminou a SL na reserva, entrando somente para sacar.

Nada impede que ela brigue pela titularidade e até desbanque a Fabíola – afinal, a veterana não fez uma boa temporada pelo Osasco. Seria um belo plot twist. Mas acho que o momento seria de recomeçar num time menor como titular. Meu receio é que Naiane se esconda de vez no banco de reservas como aconteceu com a Ana Tiemi que, também depois de se destacar no Minas, se conformou durante anos com a reserva do Osasco.

Outra jovem levantadora que vai para o banco na próxima temporada é a Juma. Ao contrário do que diziam, ela não vai para São Caetano e, sim, para Barueri. Como se sabe, o time do Zé terá como titular a Dani Lins. Ou seja, não deve ter muitas oportunidades para jogar.

Vai para aprender enquanto, acredito, seria melhor jogar...

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Depois da debandada de jogadoras, o Pinheiros começa a se reconstruir. Garantiu a permanência de Mari Cassemiro, Roberta e Letícia - as únicas remanescentes da atual temporada. O time trouxe para o levantamento a Lyara, do São Caetano. Para o meio, Aline, do Brasília, e Camila Paracatu, do Sanca. Para ponta, a Clarisse, do Flu. Por enquanto, é um elenco, com exceção da Lyara, bastante experiente.

Gosto da Aline e da Lyara, mas estas primeiras movimentações não empolgam em nada. O Pinheiros tem perdido combatitividade nas últimas temporadas e acho que não será diferente na próxima. Espero que, pelo menos, o clube mantenha a tradição de dar oportunidade a novos nomes na elite nacional.

O Osasco, segundo o Melhor do Vôlei, encaminha as renovações de Carol Albuquerque e Nati Martins, boas jogadoras para compor o grupo. Estariam na mira da equipe pauista ainda duas centrais do Praia: Wal e Natasha. Osasco garantiria, assim, o entrosamento com a Claudinha, o que já seria um passo para retomar o jogo pelo meio que esteve em falta na SL 17/18.
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