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Sem zebra no Praia

Fonte: Papo de Volei em 26/03/2017
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Quartas de final - 3º jogo 

Dentil/Praia Clube 3x1 Terracap Brasília

 
Foto: Túlio Calegari/Praia Clube

Quem achou que o Brasília ia cometer o crime nesta quarta de final levanta mão porque estamos no mesmo grupo.

O primeiro set deu a impressão de que o Brasília conseguiria novamente desestabilizar o Praia Clube com seu enorme volume de jogo e bom aproveitamento no contra-ataque. Até mesmo porque os sinais do lado mineiro não eram muito alvissareiros. O Picinin falava e ninguém prestava atenção, o ataque só parava no bloque enquanto a defesa, imóvel, olhava largada atrás de largada cair a sua frente.

Mas como no primeiro encontro das equipes, o Praia soube reagir. E parte desta reação veio com uma jogadora do banco, a Ellen, numa troca surpreendentemente ágil e precisa do Picinin. O treinador não esperou o caldo entornar, como normalmente faz, para tentar alguma coisa.

Ellen deu maior qualidade ao fundo de quadra e segurança ao ataque mineiro. Sua entrada Trouxe, como consequência, a Álix, um tanto apagada no primeiro set, para a partida. A linha de passe do Praia também se estabilizou e possibilitou uma bela partida da Claudinha. 


Pronto. Aquele time com tanta dificuldade em aproveitar os contra-ataques do primeiro set tinha virado o jogo em definitivo.O Praia assumiu a condição de favorito e fez valer a sua superioridade técnica.

Até a confiança, tanto em falta no time mineiro ultimamente, deu o ar da sua graça e foi perceptível claramente no rosto das jogadoras mesmo quando o placar não lhes era favorável. 

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Com a melhora do saque do Praia, o Brasília perdeu qualidade no passe e diminuiu suas opções de ataque. A marcação também não conseguiu fazer a diferença como no jogo anterior depois que o Praia se acertou na recepção. 

Uma pena que a partida tenha terminado num set com uma diferença grande no placar, mas isso não tira o brilho do Brasília nestas quartas de final.

O Brasília, como sabemos, jogou com fortes restrições de elenco que acabaram por dificultar voos mais altos na SL. Chegou até mais longe nestas quartas do que a campanha do segundo turno indicava, e isso foi importante para que a temporada de altos e baixos fechasse relativamente mais perto do topo.

Quem sabe isso dê uma animada nos patrocinadores para que o time possa se reforçar e cumprir o que ensaiou no primeiro turno ao bater os favoritos. Tenho simpatia pelo projeto comandado pela Leila e pela Ricarda e torço para que dê um passo à frente.

O Brasília acabou por trazer duas boas colaborações para a qualidade da SL: o treinador Anderson e a ponteira Amanda. E Paula, numa temporada mais irregular que a anterior, continua surpreendendo pela relevância que ainda tem quadra, apesar da trajetória de graves lesões e de alta exigência que teve durante a carreira na seleção e nos clubes. 


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