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Liga 2018 - Brasil 3x1 Turquia

Fonte: Papo de Volei em 22/05/2018
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O Brasil iniciou a segunda rodada da Liga das Nações com uma vitória contra a Turquia e fazendo a sua melhor partida na competição até aqui.

Digo isso porque os sistemas brasileiros começam a se fundamentar e dar corpo ao time. O volume defensivo do Brasil cresce a cada partida e o aproveitamento dos contra-ataques também. Além disso, tivemos bons desempenhos individuais de quase toda a equipe (titulares e reservas que entraram).

E a Turquia, apesar do time jovem e renovado, foi um adversário complicado. Já havia feito uma ótima primeira rodada, vencendo, inclusive, os Estados Unidos na casa norte-americana. A impetuosidade e a agressividade das jovens e boas atacantes turcas desafiaram o Brasil em diversos momentos da partida. Foi bom ver como a seleção teve maturidade, agindo sem desespero e com clareza, para sair destes momentos de dificuldades. 

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O Brasil foi bastante consistente nesta partida. Desta vez não sentiu tanto a saída da Gabi do primeiro e para o segundo set. Não que a recepção não tenha dado problemas, pelo contrário. É a principal fragilidade deste time e o que, de certa forma, ajudou a Turquia a equilibrar o jogo a partir do segundo set em diante. Mas o Brasil teve maior controle sobre os estragos dos passes ruins e saiu de forma mais rápida dos maus momentos causados pela recepção.

Além disso, a entrada da Drussyla e o seu bom desempenho no ataque deu uma opção importante para o Brasil já que a Tandara estava (e sempre estará) bem marcada. A Amanda também apareceu como boa opção, principalmente para os contra-ataques, apesar de ainda sofrer na virada da rede de dois.

A Roberta se mostra mais à vontade – a melhora do passe também ajuda nisso – e a sua regularidade foi uma das responsáveis pelo bom desempenho dos contra-ataques brasileiros. Individualmente, também, cabe destacar a bela partida da Suelen. O fundo de quadra brasileiro, que tanto nos horrizou na estreia, esteve muito bem na partida, comandado pela líbero. Só não esteve perfeito porque algumas coberturas de ataque bobas continuam caindo na nossa quadra.

Outro ponto negativo da atuação brasileira foram os números de erros não forçados, principalmente de ataque. Tandara voltou a fazer uma atuação, no ataque, menos cuidadosa e de erros em momentos importantes. Se a Turquia, pela sua inexperiência e impulsividade, não cometesse também ela tantos erros, o Brasil poderia ter ficado numa situação complicada. 

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Como falei, o time está ganhando corpo – e até mais cedo do que imaginei. Isso é ótimo, não só para garantir os resultados necessários para classificar à fase final, mas também para, quem sabe, incentivar o Zé Roberto a fazer mais experimentações. A base está se solidificando, o que permite uma troca de peça aqui e ali sem que comprometa o desempenho do time.

Na partida contra a Turquia, surpreendentemente, o Zé fez uso da inversão logo no início do terceiro set e o resultado foi ótimo. O Brasil só entrou naquele set graças à mudança da cara do jogo brasileiro efetuada pela Macris e pela Monique. Tomara que o bom desempenho das duas encoraje o Zé a ir além da inversão e utilizá-las como titulares em um ou outro jogo. (Não custa nada sonhar...)
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