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Liga 2018 - Brasil 2x3 Itália

Fonte: Papo de Volei em 15/06/2018
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O Brasil encerrou sua participação na fase classificatória com uma atuação bastante irregular – o que foi a tônica não só deste confronto como de toda esta semana.

As duas seleções tiveram altos e baixos, esses protagonizados principalmente pelo desempenho da recepção. O time brasileiro voltou a ter aquelas pequenas panes no passe, levando pontos em sequência ou diretos de saque ou como consequência de não conseguir fazer a virada de bola.

Desta oscilação, nenhuma jogadora passou imune e acho difícil fazer uma avaliação individual justa na confusão que muitas vezes o time brasileiro se transformou. Isso para dizer que, apesar de não terem passado uma grande certeza sobre o que podem acrescentar à fase final, Rosamaria e Monique apareceram mais à vontade e confiantes em quadra mesmo tendo que se virar em uma partida sem padrão de bolas.

Não sei se o maior tempo em quadra das duas jogadoras nesta semana se traduzirá em algo real na fase final. Se a Monique será uma opção interessante na inversão 5x1 ou se a Rosamaria conseguirá ser a outra saída de ataque que o time precisa. Só sei que elas precisavam serem preparadas para isso, principalmente pelo desgaste que temos visto nas jogadoras titulares desde a semana passada. Ainda bem que a Tandara sequer foi utilizada contra a Itália, deu uma sensação de alívio vê-la no banco a partida inteira.

No caso da Rosamaria, o fato que torna a preparação dela para a fase final ainda mais necessária é que a Gabi não tem mostrado estar 100% recuperada. Apesar de algumas boas bolas de velocidade que atacou nesta partida, nota-se que ela ainda está sem a mesma explosão e agilidade de braço que tanto a caracterizam. Gabi tem se mostrado muitas vezes, até, desconfortável com suas atuações. 


Bom, recuperar a Gabi é um dos desafios para a fase final que acontece a partir do dia 27 de junho. Como terminou em terceiro lugar a primeira fase, o Brasil ficará no grupo da China (sede) e da Holanda (4º). A outra chave será composta pelos EUA (1º), Sérvia (2º) e Turquia (5º). Classificam-se dois de cada grupo para as semifinais.

Coincidentemente, é a mesma chave que o Brasil enfrentou no Grand Prix do ano passado quando só chegou à semifinal porque a Holanda perdeu um jogo ganho contra a China.

A Holanda tem dessas, apequena-se em decisões, erra em momentos cruciais. O Brasil é o contrário. Não sei o que esperar do confronto com a China, que agora levará a sério a Liga. Mas contra as holandesas, a seleção brasileira tem totais condições de vencer. A Holanda deu trabalho ao Brasil no saque na fase classificatória, mas é um time contra quem o jogo brasileiro sempre encaixa e sai vencedor. Tomara que a escrita não mude logo agora.


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P.S. sobre a Itália

- É uma pena que a Itália não tenha se classificado para a fase final. E nem digo para  terem mais oportunidades de jogar e de se aperfeiçoarem, mas para vivenciarem jogos mais tensos e decisivos. Depois do Grand Prix do ano passado, em que perdeu para o Brasil na final, a Itália foi uma decepção no Europeu. É um time jovem, que erra demais e que precisa experimentar mais momentos de decisão, colocar-se sob pressão mais vezes. A Liga seria uma boa oportunidade para ganhar mais casca para o Mundial.
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