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1º Vinho Natural de Vitis-Vinífera de São Roque

Fonte: Didu Russo em 9/04/2016
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Hoje fui a São Roque, o lugar que recebe cerca de 200 mil turistas por ano, para comprar vinhos e conhecer a região. Fui com a Lis e o Ramatis, visitar a Bella Quinta do Gustavo de Camargo Borges para degustar um Cabernet Franc dos vinhedos do Góes lá bem ao lado da Bella Quinta do Gustavo de Camargo Borges.

É que a Lis garantiu a compra dos 60 litros de vinho, mesmo que desse tudo errado. Era um desafio ao Gustavo que não acreditava que daria certo. Os preconceitos naturais de quem sempre fez vinho com intervenções.

O vinho ficou um show com suas próprias leveduras e sem SO2, só não levou dez pois o vinhedos do Góes não é orgânico, ainda…

Como digo, São Paulo, o primeiro Estado brasileiro a produzir vinho, ainda vai dar o que falar com os vinhos de vitis-vinífera. Podem apostar.

Fotografei a Lis fotografando a garrafa e republico abaixo o texto dela abaixo, copiado de seu Facebook.

Captura de Tela 2016-04-09 às 18.58.03

 

Dia histórico! Uhuu

Lembra no início do ano quando vim pegar algumas uvas aqui em São Roque para vinificar em casa? Então…. Aproveitei pra encher o saco da galera aqui pra separar uma bomba de vinho pra mim. E vinificar de maneira natural.

Deu certo. Percebi que minha chatice é eficiente! Rsss…. Resultado, primeiro vinho de vinificação natural de São Roque, feito de viníferas. Digo isso pois no início de tudo, mesmo com uvas de mesa, se fazia vinho de vinificação natural por aqui. Óbvio. Quando não tinham insumos, se faziam sem.

Depois de encher os pacová do Gustavo, da Vinícola BellaQuinta ( que já fazia aquele Niágara licoroso fabuloso sem SO2, safras mistas, estilão “soleira” ) – ele fez pra gente 60 litros de Cabernet Franc sem nada: sem insumos, sem SO2, bagas quase inteiras.

Eles estão indo pra garrafa agora……… e está delicioso. Confesso que estamos todos, além de felizes, bastante emocionados com o resultado. Recém nascido, mas já equilibrado, com taninos lindos, leves, acidez salivante, chocolate e ervas no nariz. Genial.

Ao lado, um outro vinho feito com a sangria do mesmo Cabernet Franc: virou um clarete. Ui.

E como não temos vergonha nenhuma da nossa história nem das nossas tradições – por mais que tenham ido por um caminho estranho – faremos os vinhos em garrafões. Garrafão de Franc clarete e garrafão de Franc tinto.

O nome? Sans Roque. Franc Sans SO2 de São Roque.

Parabéns pra BellaQuinta por abraçar a idéia. Em breve, Sans Roque lá na Enoteca.

Eu gravei com o Gustavo no nosso almoço, assista:

 

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