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PCA 2016: Léo Burguês é 13º no “Main Event” do PokerStars Caribbean Adventure

Fonte: Cartas Na Mesa em 14/01/2016
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Terminou o PokerStars Caribbean Adventure(PCA) para Léo Burguês, o vereador de Belo Horizonte, que aproveitou as férias da Câmara Municipal para dar um pulo em  Paradise Island e disputar o “Main Event” de um dos maiores festivais de poker do planeta. Léo acabou liderando a disputa por mais de dois dias de competição, atraindo as atenções do mundo do poker e de fora dele. Encerrando a sua participação na 13ª posição, ele foi o melhor representante brasileiro no torneio, que abre anualmente o calendário mundial do poker nas Bahamas.

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O Começo – Dia 5

O vereador teve um bom começo de dia. Nos primeiros movimentos, como tem sido sua característica, jogou muitas mãos e se envolveu em diversos potes, alternando pequenas perdas e ganhos. Após protagonizar bons duelos contra Fabian Ortiz, pôs fim a uma disputa pessoal que começou no dia anterior, quando ambos estiveram na mesma mesa. Eliminou o argentino  e elevou seu “stack” para mais de 6 milhões de fichas, cerca de 1/4 de todas as fichas em jogo.

Cerca de uma hora depois de eliminar o argentino, teve o primeiro revez da tarde, dobrando o “stack” do jogador canadense Mike Watson. Com isso, viu sua pilha de fichas voltar para a casa dos 4 milhões e meio de fichas.

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Perdendo a liderança

Menos de 40 minutos após dobrar as fichas do canadense, em um blefe mal sucedido em cima do jogador russo Vladimir Troyanoviskiy, deixou a liderança escapar de suas mãos, depois de praticamente três dias de controle. O maior “stack” da disputa estava agora à frente do canadense Mike Watson. Há essa altura restavam ainda 15 jogadores na briga.

Queda Livre

A partir daí, perdeu muitos potes e entrou em queda livre e descontrolada. Quando chegou à marca de 2.8 milhões de fichas, sempre jogando de forma agressiva, ainda esboçou uma reação, levando seu “stack” pela última vez à casa das 3 milhões de fichas.

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Pouco tempo depois, foi “all-in” com um “par de dez” e tomou o “call” do americano Randy Kritzer, que havia feito um “par de damas” no “flop”. Sem ajuda do “bordo”, despencou para um milhão e setecentas mil fichas e ficou, depois de muitos dias, abaixo da média geral da disputa.

Bruno

O ator Bruno Gagliasso também esteve no PCA 2016 . Confira aqui!

O último ato

Depois de tomar um imensa fatiada em seu “stack”, na última mão antes do “break”, no 25º Nível , todos perguntavam se ele seria capaz de se recuperar. E não foi necessário muito tempo, para que o público no salão tivesse uma resposta.

Já abalado, como um pugilista que cambaleia antes de receber o derradeiro golpe, empurrou todas suas fichas para o centro da mesa, com uma mão fraca, . Recebeu o “call” do jogador Mike Watson, com  e beijou a lona. Fim de linha para o melhor brasileiro no PCA 2016.

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[ANÁLISE]:

Chegar em 13º, em uma disputa com 918 jogadores, entre os mais importantes do poker no mundo, não é para qualquer um. Porém, diferente de anos anteriores, em que a comunidade do poker comemorou o melhor resultado de um brasileiro em torneio internacional, o último ato de Léo Burguês no PCA, ficou marcado pelo tom da melancolia.

Depois de liderar por três dias a competição e acumular mais de 6 milhões de fichas, era mais do que natural esperar que o brasileiro estivesse ao menos entre os finalistas. Mas o vereador belo-horizontino, em férias no Caribe, não soube “tirar o pé”.

Experiente jogador de “ring games” da capital mineira, foi fiel às suas origens e não “mixou o jogo”. Com uma estratégia ousada e que normalmente termina com grandes pilhas de fichas de um, ou do outro, lado da mesa, não teve medo de se arriscar. Jogou de forma solta, com uma forte dose de desapego às fichas e ao dinheiro. Esta estratégia foi o que o colocou no topo de contagem desde o dia 2, mas uma hora haveria de falhar.

A matemática mostra que esta não é uma estratégia muito lucrativa em torneios ao vivo e de longa duração. Embora tenha funcionado por um longo período, se expor por um tempo desnecessário, vendo muitos “flops” e  jogando muitos potes, com mãos questionáveis, acabaram fazendo com que ele perdesse tudo o que construiu ao longo dos dias.

Por sua participação no PCA, o vereador de Belo Horizonte recebeu mais de U$45.000, algo próximo a R$180.000. Mas pelo que fez, dentro da competição, o resultado poderia ter sido muito melhor. Se tivesse sido obrigado a deixar a sua mesa e sua cadeira ficasse vazia, pagando somente as apostas obrigatórias, quando tinha mais de 6 milhões de fichas, é certo que seu nome seria ainda um dos maiores “stacks” entre os “mesa-finalistas”, ao fim do dia. Caso ele não conseguisse retornar para disputa,  mesmo assim, é bem provável que sua pilha de fichas só viesse a acabar depois da 5ª ou 6ª eliminação da mesa final, o que lhe garantiria milhares de dólares a mais de premiação. Só para lembrar,  a premiação a partir da 5ª posição é algo próximo a R$1 Milhão. Mas, ao que tudo indica, dinheiro não importa tanto para o vereador .

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