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DinheiramaNews: Guedes Promete Liberar R$ 100 bilhões de Compulsório para o Crédito

Fonte: Dinheirama em 28/06/2019
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DinheiramaNews: Guedes Promete Liberar R$ 100 bilhões de Compulsório para o Crédito

Agora você confere as principais notícias de 28/06/19 sexta-feira.

Guedes diz que governo vai liberar R$ 100 bi de compulsório para expandir crédito

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na quinta-feira (27) que o governo vai liberar R$ 100 bilhões de compulsório, parcela de dinheiro dos clientes que os bancos não podem usar em operações de crédito e que precisa ficar retida no Banco Central.

O anúncio acontece  um dia depois de o BC anunciar nova redução na alíquota do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo, de 33% para 31%, o que representa a liberação de R$ 16,1 bi retidos nos bancos para tentar incentivar empréstimos.

“Estamos fazendo a desestatização do mercado de crédito. Estamos fazendo a devolução, despedalando os bancos públicos”, disse Guedes após uma reunião na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), da qual participou também o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB).

“Ontem já houve uma liberação de R$ 20 e poucos bilhões [na verdade, R$ 16,1 bi] de recolhimento compulsório para ampliar o crédito privado e vem aí mais de R$ 100 bilhões de liberação de compulsório ali na frente. Então, estamos encolhendo o crédito público e melhorando a alocação de recursos, expandindo o crédito privado”, disse o ministro da Economia.

No Ministério da Economia, interlocutores afirmam que a declaração de Guedes está ligada às discussões por parte do BC em torno de mudanças no sistema de assistência de liquidez. Segundo eles, o debate em torno do tema pode resultar em uma lei que poderia diminuir a necessidade de um nível de compulsório como o que existe hoje.

De qualquer forma, os interlocutores afirmam que uma liberação de R$ 100 bilhões seria um resultado a ser obtido apenas no longo prazo.

Pesquisa Ibope: governo Bolsonaro tem queda na aprovação e reprovação sobe para 32%

A avaliação dos brasileiros sobre a maneira do presidente Jair Bolsonaro governar o País piorou. O índice de pessoas que desaprovam a maneira de Bolsonaro governar subiu de 40% em abril para 48% em junho. A aprovação, por sua vez, caiu de 51% para 46% no mesmo período. Na série história, esta é a primeira pesquisa em que o porcentual de entrevistados que desaprovam o governo Bolsonaro é marginalmente maior do que a quantidade de pessoas que aprovam a gestão.

Em outro quesito do levantamento, 51% dos entrevistados dizem não confiar no presidente Jair Bolsonaro. O índice era de 45% em abril. Já os que confiam caíram de 51% para 46% entre um mês e outro.

O Ibope ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 20 e 26 de junho. O levantamento anterior havia sido realizado de 12 a 15 de abril.

CMN fixa em 3,5% meta da inflação de 2022

O CMN (Conselho Monetário Nacional) decidiu nesta quinta-feira (27) que a meta de inflação para 2022 será de 3,5%.

Na decisão desta quinta, o intervalo de tolerância foi mantido em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em 2017, o conselho determinou que a meta seria de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020. No ano passado, fixou em 3,75% para 2021. De 2005 a 2018, a meta foi mantida em 4,5%.

As reduções seguidas buscam convergência para os padrões internacionais. No caso dos países emergentes, a média seria de 3%.

O CMN é responsável por fixar meta de inflação e regras de atuação no mercado bancário, por exemplo.

Maia contém apreensão com atraso na Previdência e freia queda da Bolsa

O atraso na apresentação do relatório final da reforma da Previdência e a indecisão sobre a inclusão de estados e municípios deixou investidores cautelosos nesta quinta-feira (27). A Bolsa brasileira chegou a recuar 1,26%, perdendo os 100 mil pontos.

O mercado, no entanto, depositou confiança no presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que diz ser possível votar o projeto antes do recesso parlamentar, ou seja, até 17 de julho.​ Com as falas do parlamentar garantindo o andamento da reforma ao longo do dia, o Ibovespa reduziu perdas e fechou estável, a 100.604 pontos.​

O dólar também acompanhou o movimento do mercado. Pela manhã, a moeda chegou a R$ 3,874. À tarde, a divisa perdeu força e terminou cotada a R$ 3,834, queda de 0,36% em relação à véspera.

------ Este artigo foi escrito por Redação Dinheirama. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama

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